Como funciona a cirurgia pela Técnica ATTA?
A Técnica ATTA é um tratamento moderno para varizes feito com laser, sem cortes e sem necessidade de internação.
O paciente faz o procedimento na clínica, descansa um pouco e já pode ir para casa andando no mesmo dia.
A recuperação é rápida e você pode retomar sua rotina normalmente.
Não utilizamos anestesia geral nem punção na coluna.
O paciente recebe apenas uma sedação leve, feita por uma equipe de anestesistas especializados, garantindo conforto e segurança durante o procedimento.
Isso significa que você não precisa de internação, não perde dias de rotina e tem uma recuperação muito mais rápida.
Não.
O tratamento realizado pela técnica ATTA, com uso de laser endovenoso, não exige cortes como nas cirurgias tradicionais. Por isso, não deixa cicatrizes visíveis.
A resposta é que não existe um número fixo de sessões para todos. O tratamento é individualizado e depende de alguns fatores como: extensão e gravidade das varizes e resposta do organismo após cada aplicação.
Em muitos casos, a técnica ATTA
permite tratar toda a circulação doente em uma única sessão, já que ela atua diretamente nas veias safenas e perfurantes.
O ecodoppler venoso é um exame simples para o paciente, mas que possui grande utilidade no diagnóstico de diversas patologias.
Este exame é uma espécie de ultrassom com imagens coloridas que nos permite avaliar a direção e intensidade do fluxo sanguíneo nos vasos do corpo. Assim, ter um exame que nos permite avaliar de forma precisa este sistema é essencial para fazermos melhores diagnósticos e tratamentos das doenças vasculares.
O ecodoppler nos possibilita avaliar os vasos de diversas partes do corpo e possui grande valia no diagnóstico e tratamento de diversas patologias.
Assim, o exame permite diagnosticar uma série de doenças como por exemplo, Insuficiência venosa crônica (varizes), Trombose venosa profunda,
Calcificações vasculares (estenose), Presença de placas de ateroma (aterosclerose), DAOP (Doença Arterial Obstrutiva Periférica), Aneurismas, Vasculite.
O laser transdérmico é uma opção de tratamento para varizes minimamente invasivo que utiliza a energia do laser para “fechar” as veias afetadas. Seu mecanismo de ação é simples, mas engenhoso: pulsos de energia são enviados através da pele, que são absorvidos pelas células da parede da veia, fazendo com que ela se feche e seja absorvida pelo corpo ao longo do tempo.
Além de ser eficiente é geralmente bem tolerado pelo paciente, que consegue retornar às atividades cotidianas no mesmo dia.
O tratamento é realizado em consultório, sem necessidade de anestesia geral ou internação.
O procedimento dura em torno de 30 a 60 minutos, dependendo da quantidade e do tamanho dos vasos a serem tratados.
Por ser minimamente invasivo, o paciente pode retomar suas atividades diárias logo após o tratamento.
Em alguns casos, pode ser necessário mais de uma sessão para alcançar o resultado desejado, dependendo da quantidade de veias a serem tratadas.
Manchas acastanhadas nas pernas podem aparecer após varizes, vasinhos ou até depois de procedimentos, como a escleroterapia. Em muitos casos, essa coloração está ligada ao depósito de pigmentos na pele (como a hemossiderina, derivada do sangue). O laser Q-Switched (como o Q-Clean) atua de forma seletiva nesses pigmentos, ajudando a clarear gradualmente e a uniformizar o tom da pele. O número de sessões varia conforme o tipo e a profundidade da mancha, sendo comum indicar mais de uma aplicação para obter boa resposta.
Ele é indicado para reduzir manchas escuras e amarronzadas associadas a alterações venosas, como pigmentação por estase e marcas que podem surgir após tratar vasinhos. O objetivo é melhorar a aparência da pele progressivamente, com abordagem precisa e direcionada ao pigmento.
A sessão é realizada em consultório e costuma ser rápida. Pode ocorrer leve vermelhidão e sensibilidade temporária. Em geral, recomenda-se evitar sol direto e manter fotoproteção rigorosa para reduzir risco de escurecimento pós-inflamatório. O intervalo e a quantidade de sessões são definidos após avaliação da pele e do padrão das manchas.
A escleroterapia é um procedimento clássico e muito utilizado para tratar vasinhos (telangiectasias) e pequenas veias dilatadas. Por meio de microinjeções com uma agulha bem fina, aplica-se uma substância dentro do vaso para que ele se feche e, com o tempo, seja reabsorvido pelo organismo. A técnica é feita em consultório e a indicação depende da avaliação médica, principalmente para identificar se existe uma veia “nutridora” que precise ser tratada antes para otimizar o resultado.
É indicada principalmente para vasinhos superficiais e microvarizes. Em alguns casos, quando existe uma veia maior alimentando aquele vaso, pode ser necessário combinar técnicas ou tratar primeiro a origem do problema. A substância usada varia conforme o tipo de vaso e pode incluir glicose hipertônica ou medicamentos específicos, conforme a avaliação do especialista.
É comum aparecerem pequenas marcas das picadas e hematomas, que geralmente melhoram em cerca de 7 a 14 dias. Nesse período, costuma-se orientar evitar sol direto para reduzir risco de manchas. Em geral, não há necessidade de repouso e a rotina costuma ser mantida, seguindo as recomendações do profissional quanto a cuidados locais e atividades.
A escleroterapia com espuma é uma variação da técnica tradicional em que o medicamento é transformado em microespuma antes da aplicação. Essa forma permite que o produto permaneça mais tempo em contato com a parede da veia, aumentando a eficiência especialmente em veias de maior calibre. Frequentemente, o procedimento é feito com apoio de ultrassom Doppler, o que traz mais precisão e segurança para tratar varizes selecionadas.
A espuma pode ser utilizada para tratar desde veias menores até varizes mais calibrosas, dependendo da indicação. Em situações selecionadas e após avaliação criteriosa, também pode ser considerada como alternativa para tratamento de veias específicas, sempre com planejamento individualizado.
A espuma é preparada no consultório e aplicada por punção na veia, muitas vezes guiada por ultrassom Doppler (e, quando disponível, por tecnologias de visualização de veias). Em geral, não exige repouso, mas pode haver endurecimento temporário, sensibilidade local e hematomas, especialmente em veias maiores. Também costuma-se orientar evitar sol direto até que as marcas desapareçam e manter acompanhamento para otimizar o resultado.